Universidade Federal do Maranhão / UFMA Centro de Ciências Humanas / CCH Departamento de artes / DEART Programa de Pós-Graduação Cultura e sociedade / PGCULT Curso de Licenciatura em Teatro Curso de Licenciatura em Teatro Modalidade a Distância (PROLICENCIATURA II) Grupo de Pesquisa Pedagogias do Teatro e Ação Cultural Desde a criação do primeiro curso na área de artes cênicas na UFMA, há cerca de vinte anos, a pesquisa vem consolidando-se progressivamente, especialmente quando vinculada ao ensino de graduação (licenciatura) e à extensão. Nessa trajetória, foram concretizados avanços teórico-metodológicos significativos, através de monografias, dissertações, teses, relatórios de pesquisa, memoriais de espetáculo, discussão teórica sobre trabalhos artísticos, colóquios etc. No âmbito do Grupo de Pesquisa “Pedagogias do Teatro e Ação Cultural” (LATTES-CNPq/UFMA) são privilegiadas as investigações de natureza interdisciplinar centradas em questões referentes ao aprender e ensinar, com ênfase nas diversas propostas metodológicas advindas da pedagogia do teatro e nas suas aplicações em atividades de natureza extensionista. Neste sentido, pretende-se: (i) constituir um acervo de referências para investigações de alunos, ex-alunos e professores vinculados ao Departamento de Artes da UFMA; (ii) incentivar a produção da pesquisa aplicada à linguagem dramática e à educação; (iii) promover e participar de eventos científicos; (iv) publicar relatórios, artigos e outras modalidades de produção científica. Linha 1 - Abordagens teórico-metodológicas da pedagogia do teatro Investigação sobre as principais teorias e práticas metodológicas voltadas para o ensino e para a aprendizagem da linguagem teatral nas escolas (educação básica, profissional e outras) e nos espaços informais (centros culturais, associações e outros). Linha 2 – Teatro e ação cultural Estudo das propostas interdisciplinares, multiculturais e etnográficas atinentes à pedagogia do teatro, com ênfase em projetos de extensão e propostas de ação cultural de âmbito comunitário. Linha 3 – Linguagens da cena: processos de investigação e criação Estudos a respeito das linguagens que constituem a cena, articulando ações investigativas e processos de criação pautados na estética dramatúrgica, na performance e nas relações entre espaço, imagem e encenação, tangenciando diálogos com os meios midiáticos e as tecnologias cênica, educacional e de informação. Linha 4 – Práticas de ensino e aprendizagem à distância Estudo das abordagens que fundamentam o uso das tecnologias contemporâneas na educação, com ênfase na formação de professores em teatro, a partir das metodologias aplicadas a EAD e da experiência em tutoria presencial e à distância. PROJETOS DE PESQUISA FREIRE, Luís Antonio. O objeto e a cena: a dimensão do objeto no processo de criação cênica. RESUMO: O estudo tem por finalidade compreender o processo de criação no teatro, escolhendo como elemento chave o objeto e sua relação com o ator e os demais elementos da encenação na construção da cena. Trata-se de uma investigação descritiva com abordagem qualitativa, tendo como área de estudo e universo da pesquisa alguns experimentos, com vistas à
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produção de materiais reflexivos que dialoguem com os anseios da estética teatral contemporânea e redimensionem a presença e a importância do objeto na constituição do discurso cênico. (L3) REIS, Leandro Luiz dos. A pedagogia do teatro de objeto para adolescente. RESUMO: Essa pesquisa tem a finalidade de trabalhar a pedagogia do teatro de objeto, um dos ramos do teatro de animação, onde o público alvo será adolescentes da comunidade Vila Operária, do município de São José de Ribamar, através do Programa de Atenção Integral da Saúde do Adolescente e Jovem do Departamento de Medicina III da Universidade Federal do Maranhão, e que fará parte da disciplina Prática de Extensão II do curso de Licenciatura em Teatro da referida IES. (L3) SANTANA, Arão Nogueira Paranaguá de. A prática como componente curricular da formação inicial de professores de teatro: análise de experiências extensionistas na UFMA. RESUMO: O presente trabalho constitui-se na ressignificação dos propósitos que embasam o projeto de extensão “Ação Cultural em Teatro”, e sobretudo na tentativa de sedimentar iniciativas de natureza extensionista que possam assumir o status de objeto de pesquisa, possibilitando, dessa maneira, a emergência de contribuições relevantes para a formação do professor de teatro. Essa ressignificação compreende que o processo de investigação – bem como os seus prováveis resultados – tem como meta a atualização permanente do curso de Licenciatura em Teatro, incentivando a pesquisa aplicada à educação e à linguagem dramática junto aos sujeitos participantes do processo educativo: pesquisadores, docentes e estudantes. Dessa maneira, tanto o projeto de extensão como a pesquisa têm como mote a institucionalização da prática como componente curricular na vida institucional da UFMA, especificamente na área de artes e junto ao curso de formação de professores em teatro, considerando as repercussões internas e o impacto social junto às comunidades contempladas. (L2) SILVA, Marineide Câmara; PAIVA, Maria Cilene; SANTOS, Mônica Hingrid. Ensino a Distância: formação de professores no curso de Licenciatura em Teatro a Distância da UFMA. RESUMO: Na sociedade contemporânea a educação a distância, por meio de ambientes de aprendizagens virtuais, tem-se revelado um campo em expansão, principalmente por caracterizar-se como mais uma possibilidade para a formação continuada de professores, sem exclusão de conteúdos das diferentes áreas do conhecimento. Diante desta realidade é oportuna e relevante uma pesquisa debruçada sobre o Curso de Licenciatura em Teatro a Distância, por este romper paradigmas e pelo seu pioneirismo, uma vez que se configura como a primeira experiência dentro da UFMA. (L4) SUZUKI, Leila Kayomi; RIBEIRO Elén Cristina Costa. As atividades extensionistas na área de artes visuais na UFMA – 1970/1990. RESUMO: O projeto visa à publicação de um artigo científico que versará sobre as atividades extensionistas voltadas para as Artes Visuais, desenvolvidas na UFMA, nas décadas de 1970/1990, a partir de pesquisa documental, trabalho de campo e entrevistas, visando em princípio, a verificação de como estas atividades extensionistas articulavam a universidade à sociedade, sua evolução e significância para a formação de professores de arte fundamentando-se em autores como Dermeval Saviani (1987), Silvio Paulo Botomé (1996), Roberto Mauro Gurgel (1986), Darcy Ribeiro (1978) além do Plano Nacional de Extensão (2007). (L2) VASCONCELOS, Gisele. Ator-contador: a performance da narrativa RESUMO: Esse projeto de pesquisa busca relacionar a arte de contar histórias com as práticas interdisciplinares e artístico-pedagógicas de atores, arte-educadores e outros profissionais da área humana no âmbito local e nacional. São jovens artistas, estudantes e arte-educadores que desejam fazer da arte de contar histórias uma profissão. Desde a década de 80,
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quando a hora do conto tornou-se atividade presente nos inúmeros programas de incentivo a leitura, os artistas de teatro, arte-educadores estiveram presentes propondo novas abordagens de práticas orais. Hoje essa prática de contar histórias, enquanto atividade organizada vem ocupando espaços e estatutos variados. Oferta de cursos de formação e especialização, de congressos, simpósios e encontros voltados para a arte de contar histórias são cada vez mais crescentes, assim como uma bibliografia específica vem sendo constantemente publicada, sites, programas radiofônicos e televisivos, filmes, vídeos, curtas e produção fonográfica trazem uma relação intrínseca entre as tendências midiáticas da atualidade e o processo criativo que envolve a arte de contar histórias. Um novo contador surge, e como ele um novo mercado, estimulado pelos ouvintes, editoras e instituições educacionais. Realizar um levantamento da oferta, estabelecer contato com outros pesquisadores, investigar questões relacionadas à recepção, repertório, espaço, público, fonte e performance do ator-contador, realizar registros e relatos de experiências, organizar material pedagógico de forma a contribuir para a formação e informação de profissionais que utilizam a arte de contar histórias enquanto ofício artístico e estético são objetivos dessa pesquisa. (L3)
PROJETOS DE MONOGRAFIA ARAÚJO, Naura Coelho de. O processo da narrativa: uma contribuição do teatro à memória dos idosos. RESUMO: Reflexão sobre a importância das práticas teatrais no processo do envelhecimento. (L1) COSTA, Fernanda Rafaela Silva. Lugares/Imagens/Poesia & Performance: o teatro pós-dramático como prática pedagógica de identidade e memória. RESUMO: Lugares/Imagens/Poesia & Performance: o teatro pós-dramático como prática pedagógica de identidade e memória, nascido de um projeto de título semelhante (Lugares/Imagens/Poesia & Performance) integrado ao projeto de extensão Ação Cultural em Teatro, alem de estimular a prática da pesquisa e também da extensão no processo de formação do licenciado em Teatro, pretende estabelecer um diálogo poético-estético entre seu público-alvo, jovens de 14 à 20 anos, e seus lugares de pertencimento através da linguagem teatral, proporcionando um resgate físico e mental dos espaços e fatos que compõem a memória da cidade. Está integrado agora ao grupo de pesquisa Pedagogias Teatrais e Ação Cultural, do Departamento de Artes da Universidade Federal do Maranhão, onde vários pesquisadores e estudantes/pesquisadores contribuirão para sua realização e o utilizarão em suas pesquisas. Rosário, município que se localiza à aproximadamente 72km de São Luís, foi a cidade escolhida para a realização do projeto. Privilegiando novas tendências pedagógicas da linguagem teatral escolhemos dar lugar a uma metodologia que não esteja ligada necessariamente com a aplicação de jogos com objetivo apenas de estimular a criatividade. O resgate da memória do município eleito para a realização deste projeto e de sua população, também será uma ferramenta importante para a execução do trabalho. (L2) FIGUEIREDO, Renata. A arte de contar histórias e o profissional de arte-educação: experiências da narrativa no mundo contemporâneo RESUMO: A escola privilegia a escrita e ainda pouco compreendeu que a prática oral e o exercício da imaginação sugerem trocas de saberes fundamentais para a formação do ser. Através do trabalho com a contação de histórias, o arte-educador amplia o seu leque de atuação, fazendo uma ponte entre o teatro e a literatura (oral e escrita), sem de forma alguma, perder a dimensão dos fundamentos teatrais em sua prática pedagógica, já que a performance do “ator-arte-educador-contador de histórias” envolve uma série de elementos cênicos. O presente trabalho busca observar o desenvolvimento da profissão do contador de histórias/ arte-educador, a partir da práxis pessoal como atriz-contadora de histórias na Cia. Tapete
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Criações Cênicas e no Grupo Xama Teatro e através da revisão e análise dos escritos bibliográficos sobre o tema. (L1) FONSÊCA, Danielle de Jesus de Souza. Teatro na comunidade: análise dos procedimentos teórico-metodológicos adotados no projeto “Ação Cultural em Teatro” do curso de Licenciatura em Teatro – UFMA. RESUMO: Aborda os desdobramentos do ensino de teatro no âmbito comunitário, tomando como ponto de análise os subprojetos elaborados e encaminhados pelos discentes do curso de Licenciatura em Teatro ao Projeto de Extensão “Ação Cultural em Teatro”. A importância da temática reflete a necessidade de se conhecer as tessituras que surgem do contato da linguagem teatral com a comunidade, na verdade, essas relações representam na contemporaneidade, uma nova forma de (re) pensar a própria prática de ensino do teatro, em seus diversos contextos educacionais e mais especificamente no espaço não-formal. No campo conceitual e teórico, prima-se por estudos que discutam a relação Teatro e Comunidade em seus múltiplos enfoques e percepções sobre o tema. (L2) FRANÇA, Rosana Mediações pedagógicas em movimento: a encenação de “O Imperador Jones” RESUMO: O trabalho se propõe a analisar as mediações pedagógicas vivenciadas pelos participantes do Projeto Encenação em Movimento: O Imperador Jones, enfocando, especificamente, as questões de natureza teórico-metodológias relativas à formação do professor-ator. As preocupações relacionadas ao ensino do teatro nos levam a perceber a relevância dos encaminhamentos metodológicos à prática teatral do aluno-professor, percebido como sujeito basilar do processo de encenação. Entendendo este princípio, buscamos associar a idéia de que este professor pode enfim atuar em uma encenação exercendo outras funções, mas que também dizem respeito à sua formação enquanto educador da referida área. (L3) PEREIRA, Abimaelson Santos Dramaturgia: uma análise sobre texto e imagem no espetáculo Nós, o fragmento que nos Resta – aedem da Cia. Nós 5 de Teatro RESUMO: O estudo é uma análise, diante das possibilidades que a cena teatral contemporânea permite, sobre como a idéia de como a dramaturgia se desenvolve e ganha novas perspectivas desde as revoluções estéticas do final do sec. XIX e começo do sec. XX, e de que forma a inserção da imagem como produto e processo dramatúrgico se torna um elemento de percepção e de comunicação visual e, ainda, um diálogo sobre as relações existentes entre texto e cena no processo teatral. A Cia. Nós 5 de Teatro, formada por estudantes do Curso de Teatro Licenciatura – UFMA, monta o espetáculo Nós, o fragmento que nos resta - aedem, baseado na obra Medeamaterial de Heiner Muller, pensando nas discussões que a obra nos revela, sobre a presença do texto, do corpo, da presentificação do ator, da recepção e da crítica no teatro, tendo em vista as questões éticas e estéticas propostas na obra. (L3) REIS, Fernanda. Jogo dramático: uma alternativa de desenvolvimento da criança com o meio social e cultural na faixa etária de cinco e seis anos. RESUMO: A presente pesquisa trata de estudos feitos através de jogos dramáticos para educação infantil na faixa etária de cinco e seis anos. O trabalho sinaliza a importância do faz-de-conta para a criança que tem a necessidade de desenvolver-se social, culturalmente e em potencial sua criatividade, enfocando o jogo, brinquedo e brincadeira dentro da escola. A pesquisa de campo teve como experimento, os jogos realizados dentro de duas escolas de São Luís, sendo feito também um questionário com três professoras de escola particular e pública da cidade. Estas colocam a necessidade do jogo no processo de desenvolvimento da criança, tendo em
Escrito por gp-ptac às 21h27
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vista a utilização destes jogos dentro da rede escolar de ensino. O trabalho trata a dimensão interdisciplinar dos jogos dramáticos considerado em contexto ao ensino do teatro e jogos recomendáveis para a educação infantil dentro da faixa etária aqui estabelecida, defendendo propostas deste trabalho e maneiras de expressar a arte através destes jogos com a criança. (L1) RODRIGUES, Cristiane Rodrigues Teatro do Oprimido: Uma Prática Pedagógica em Comunidades Resumo: Desenvolver processos pedagógicos em comunidades, tendo como foco o teatro do oprimido, constituí-se no objeto da presente pesquisa, voltada para a multiplicidade de procedimentos estético-educativos em espaços informais, portanto para o ensino e aprendizagem da linguagem teatral, possibilitando o despertar crítico dos participantes. Esta iniciativa aposta em uma comunidade mais participativa, na qual a justiça e o bem comum são frutos da intervenção, da participação e do fortalecimento da sociedade civil. SILVA JÚNIOR, Eldimir F. da. Crítico-ator: Um olhar de cumplicidade sobre a cena teatral contemporânea. RESUMO: A pesquisa aborda o papel da crítica teatral face ao “novo” lugar de presença da cena contemporânea, limitando-se o enfoque à realidade teatral brasileira. O objetivo é discutir que conduta cabe aos críticos de teatro diante da possibilidade de uma dramaturgia que se percebe num contexto pós-dramático, onde o espetáculo não se encontra mais sob o primado do texto. À luz da cena pós-narrativa e/ou não- dramatúrgica, a sobrevivência deste profissional, que no limiar das primeiras transformações teatrais ocorridas no século XX teve sua atividade ameaçada pela figura do encenador, redimensiona-se a partir do momento que o impele a refletir a teatralidade de dentro do fenômeno para fora, e não mais inversamente. Ao escolher este objeto decidimos trabalhar com o conceito de crítica cúmplice, (Bernstein, 2005) que nos afirma que para se propor a ser um interlocutor o crítico de teatro deve procurar pesquisar em que se baseia cada criador, os parâmetros perseguidos e o que almeja com sua criação. Ou seja, o crítico teatral deve dar as mãos ao encenador para que ambos se dispam da histórica e entronizada postura de arrogância e pedantismo que sempre os estigmatizou. Para realizar este estudo recorremos ao evento teatral Medéia, da Cia Nós 5 De Teatro, cuja experiência partilhamos na condição de ator-encenador. A montagem composta de três fragmentos: “Medéia Material”, “Nós (filhos) Medéia” e “Nós, o fragmento que nos resta”, estrutura-se a partir de procedimentos pós-dramáticos. A tênue fronteira entre “presença e representação, performance e mímese, real sensorial e ficção, processo criativo e produto representado” (Fernandes, 2007), se nos apresenta na feitura de cinco performances que se alinham para a instauração do evento. O conceito de cumplicidade (Bernstein, 2005) é aqui posto no sentido não só de nos familiarizar com as concepções que regem a obra do encenador, mas, também, como uma necessária investigação prática da escritura cênica, onde o crítico se insere como sujeito-ator do processo criativo, nos permitindo vislumbrar o conceito síntese de critico-ator. (L3) SOUZA, Marinildes de Brito. A personagem na cena pós-dramática: a presentificação em “Medea” da Cia. Nós 5 de Teatro. RESUMO: A pesquisa sobre a presentificação, pretende experimentar, estudar, analisar, refletir e teorizar sobre a personagem pós-dramática em Medea da Cia. Nós 5 de Teatro. A mesma faz parte de um processo de investigação e experimentações cênicas, baseados na obra Medeamaterial de Heiner Müller, no Teatro Pós-dramático, quanto à Performance e no processo acadêmico e pessoal dos alunos-participantes dentro desse trabalho que deu origem ao espetáculo concludente da pesquisa e Memorial de conclusão de curso “Nós, o fragmento que nos resta – AEDEM”. (L3)
Escrito por gp-ptac às 21h26
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Composição do Grupo de Pesquisa Membros Externos Prof. Dr. Adilson Florentino da Silva / Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro Prof. MSc. José Mauro Barbosa Ribeiro / Universidade de Brasília Prof. Dr. José Sávio Oliveira Araújo / Universidade Federal do Rio Grande do Norte Prof. Dr. Marcos Bulhões Martins / Universidade Federal do Rio Grande do Norte Prof. Dr. Narciso Telles / Universidade Federal de Uberlândia Pesquisadores da UFMA Professores Prof. Dr. Arão N. Paranaguá de Santana – Lider do GP-PTAC Profa. MSc. Gisele Vasconcelos Prof. MSc. Luiz Roberto de Souza Alunos Abimaelson Santos Pereira Camila Pereira Cristiane Rodrigues Rodrigues Danielle de Jesus de Souza Fonsêca Eldimir F. da Silva Júnior Fernanda Rafaela Silva Costa Fernanda Reis José Raphael Brito dos Santos Leônidas Portella Marinildes de Brito de Souza Naura Coelho de Araújo Renata Figueiredo Rosana França
Escrito por gp-ptac às 21h25
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Ex-Alunos Profa. Elén Cristina Costa Ribeiro Profa. Mestranda Cássia Pires Profa. Clícia Adriana Abreu Gomes Profa. Cleudiane de Jesus Costa Leite Profa. Enilde Nascimento Diniz Profa. Josiane de Jesus da Silva Prof. Leandro Luiz dos Reis Profa. Leila Kayomi Suzuki Prof. Luís Antonio Freire Profa. Maria Cilene Paiva Profa. Esp. Marineide Câmara Silva Profa. Mônica Hingrid Santos Profa. Rosélia Lobato Silva
Escrito por gp-ptac às 21h24
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Caríssim@s,
Tivemos hoje pela manhã (31 de março) mais uma reunião do GP-PTAC, muito produtiva, embora com poucos presentes (só seis membros!!!), então segue abaixo o resumo com algumas decisões URGENTÍSSIMAS:
Peço a Gisele, Naura, Danielle, Abimaelson, Anderson, Camila, Cleudiane, Clícia, Eldimir Pires (Dyl), Enilde, Rafael, Leônidas, Marinildes, Renata e Rosélia que mandem seus resumos. Os mesmos vão constar de um folder-cartaz e do blog do grupo.
Observação: quem não mandar o resumo continua participando do grupo, mas não terá seu texto impresso no folder-zartaz.
PRAZO MÁXIMO = QUINTA-FEIRA!!!!
Próxima reunião: dia 14/4 às 9:00 no ARTE NA ESCOLA.
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II COLOQUIO TEATRO E INTERDICIPLINARIEDADE Local: CCH, Auditório A
Programação:
Dia 16/4: 8:00 – Credenciamento 8:30 - Abertura 9:00 – Palestra: “Shakespeare: um quatrocentão em plena ação / Hamlet: mutante do 3º milênio” 10:30 – Colóquio (debate) 15:00 - Ofélia explica ou: o renascimento segundo ofélia 16:00 - Colóquio (debate)
Dia 17/4 8:00 - Pesquisa em cena (apresentação dos trabalhos do grupo) 10:30 – Colóquio (debate)
Escrito por gp-ptac às 15h02
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GRUPO DE PESQUISA: "PEDAGOGIAS DO TEATRO E AÇÃO CULTURAL"
Desde a criação do primeiro curso na área de artes cênicas na UFMA, há vinte anos, a pesquisa vem consolidando-se progressivamente, especialmente quando vinculada ao ensino de graduação e à extensão. Nessa trajetória, foram concretizados avanços teórico-metodológicos significativos, através de monografias, dissertações, teses, relatórios de pesquisa, memoriais de espetáculos, discussão teórica sobre trabalhos artísticos etc. No âmbito deste grupo de pesquisa são privilegiadas as investigações de natureza interdisciplinar centradas em questões referentes ao aprender e ensinar, com ênfase nas diversas propostas metodológicas advindas das pedagogias do teatro e nas suas aplicações em atividades de natureza extensionista. Neste sentido, pretende-se: (i) constituir um acervo de referências para investigações de alunos, ex-alunos e professores vinculados ao Departamento de Artes da UFMA; (ii) incentivar a produção da pesquisa aplicada à educação e à linguagem dramática; (iii) promover e participar de eventos científicos; (iv) publicar relatórios, artigos e outras modalidades de produção científica Linha 1 - Abordagens teórico-metodológicas da pedagogia do teatro Investigação sobre as principais teorias e acerca da multiplicidade de práticas metodológicas voltadas para o ensino e para a aprendizagem da linguagem teatral nas escolas (educação básica, profissional e outras) e nos espaços informais (centros culturais, associações e outros). Linha 2 – Teatro e ação cultural Estudo das propostas interdisciplinares, multiculturais e etnográficas atinentes à pedagogia do teatro, com ênfase em projetos de extensão e ações culturais de âmbito comunitário.
Escrito por gp-ptac às 17h07
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Participantes
Líderes de grupo Os líderes de grupo têm à sua disposição um site próprio, onde está disponível o formulário on line para o registro e atualização de seus grupos de pesquisa. Para ter acesso ao site, feito mediante informação do CPF e da senha Lattes, é necessário que o pesquisador esteja previamente cadastrado como líder de grupo pelo Dirigente de pesquisa de sua instituição. Por meio desse site, o líder pode também excluir um grupo que não esteja mais ativo, verificar a situação de seu grupo na base (se certificado pela instituição, aguardando certificação, certificação negada pela instituição, grupo em preenchimento) e a data de envio. O site de líderes possui ainda um Manual de Instruções que contém orientações detalhadas sobre a sua utilização e sobre regras de funcionamento do Diretório. PesquisadoresOs pesquisadores participantes de grupos de pesquisa têm à sua disposição um site próprio, onde podem visualizar os dados dos grupos de que participam e acompanhar a situação dos mesmos. Para acessar o site, o pesquisador deve identificar-se com CPF e a senha Lattes. Nesse site, o pesquisador possui também a opção de retirar-se unilateralmente de um grupo, de visualizar os estudantes que orienta e ainda possui link para o currículo Lattes. Tem disponível um Manual de Instruções, contendo orientações detalhadas sobre o uso do site e sobre regras de funcionamento do Diretório. Estudantes Os estudantes participantes de grupos de pesquisa têm à sua disposição um site próprio, onde podem visualizar os dados dos grupos de que participam e acompanhar a situação dos mesmos. Para acessar o site, o estudante deve identificar-se com CPF e a senha Lattes. Nesse site, o estudante possui a opção de retirar-se unilateralmente de um grupo, de visualizar o pesquisador que o orienta no grupo e ainda possui link para o currículo Lattes. Tem disponível um Manual de Instruções, contendo orientações detalhadas sobre o uso do site e sobre regras de funcionamento do Diretório.
Escrito por gp-ptac às 17h02
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Perguntas frequentes
Questões Gerais Q.1. Quais os principais objetivos do Diretório? O Diretório possui três finalidades principais. No que se refere à sua utilização pela comunidade científica e tecnológica, no dia-a-dia do exercício profissional, é um eficiente instrumento para o intercâmbio e a troca de informações. Com precisão e rapidez, é capaz de responder quem é quem, onde se encontra, o que está fazendo e o que produziu recentemente. Seja no nível das instituições, seja no das sociedades científicas ou, ainda, no das várias instâncias de organização político-administrativa do país, a base de dados do Diretório é uma fonte inesgotável de informação. Além daquelas informações diretamente disponíveis sobre os grupos, seu caráter censitário convida ao aprofundamento do conhecimento por meio das inúmeras possibilidades de estudos de tipo survey. A construção de amostras permitirá o alcance de respostas sobre campos não cobertos pelos dados, como, por exemplo, o financiamento, a avaliação qualitativa da produção científica e tecnológica, bem como o padrão fino das interações entre grupos de pesquisa e o setor produtivo. Desta forma, é uma poderosa ferramenta para o planejamento e a gestão das atividades de ciência e tecnologia. Finalmente, a base de dados, na medida em que é recorrente (realização de censos bi-anuais), virá a ter cada vez mais um importante papel na preservação da memória da atividade científico-tecnológica no Brasil. Q.2. Quais informações estão contidas na base de dados do Diretório? O Diretório possui duas bases distintas: uma Base Corrente e uma Base Censitária. A Base Corrente é a base onde os grupos são registrados no dia-a-dia. Por isso mesmo, diariamente os números dessa base se modificam, pois grupos novos são adicionados, grupos não mais ativos são excluídos. É, assim, uma base de atualização contínua. De dois em dois anos, o CNPq tira uma fotografia da base corrente e prepara um Censo, formando a Base Censitária. Deste modo, a base censitária é fixa e seus números refletem a situação naquela data em que foi fotografada. O Censo mostra números trabalhados e consolidados pelas mais diversas variáveis. Já foram realizados sete levantamentos: versão 1.0 em 1993, versão 2.0 em 1995, versão 3.0 em 1997, versão 4.X em 2000 e versão 5.0 em 2002, 2004 e 2006. Os resultados a partir do censo de 2000 estão disponíveis no site do CNPq, no portal do Diretório dos Grupos de Pesquisa. As informações constantes na base dizem respeito aos recursos humanos constituintes dos grupos (pesquisadores, estudantes e técnicos), às linhas de pesquisa, às especialidades do conhecimento, aos setores de atividade envolvidos, à produção científica, tecnológica e artística dos participantes e aos padrões de interação com o setor produtivo. Além disso, cada grupo é situado no espaço (instituição, unidade da federação e região) e no tempo. Q.3. Como são obtidas as informações constantes no Diretório dos Grupos de Pesquisa? Todo o procedimento de captura de dados e certificação de grupos é realizado através do site de Coleta de dados do Diretório. As informações são colhidas por meio de um formulário eletrônico padronizado, que os líderes de grupo têm acesso. Para isso, o líder deve ter um currículo Lattes no CNPq e estar cadastrado como tal pelo Dirigente Institucional de Pesquisa (pró-reitores de pesquisa, superintendentes, diretores, vice-presidentes de pesquisa ou equivalente), que é também o responsável pela certificação dos grupos enviados ao CNPq. Saiba mais no menu Informações gerais / Aquisição de dados. Q.4. Quem pode ter acesso ao formulário do Sistema Grupo e como obtê-lo? Os líderes de grupo das instituições participantes(*) no Diretório dos Grupos de Pesquisa. O formulário on line está disponível na página de líderes do site de Coleta de dados. Para ter acesso à página, o pesquisador precisa estar cadastrado como líder pelo dirigente de pesquisa da instituição e possuir um currículo Lattes no CNPq. A senha de acesso solicitada pelo sistema é a senha Lattes do líder. Caso não a possua ou a tenha esquecido, poderá obtê-la acessando o link "Sua senha”, na página inicial do site do CNPq. (*) A participação da instituição deve ser autorizada previamente pelo CNPq. Ver Informações gerais / Como participar. Q.5. Quais instituições podem participar do Diretório dos Grupos de Pesquisa? Podem participar do Diretório as seguintes categorias de instituições:
Escrito por gp-ptac às 16h58
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- universidades federais, estaduais, municipais e privadas; - instituições de educação superior não universitárias que possuam pelo menos um curso de pós-graduação reconhecido pela CAPES/MEC (centros universitários, faculdades integradas, faculdades isoladas, institutos, escolas, centros de educação tecnológica, etc); - institutos públicos de pesquisa científica; - institutos tecnológicos públicos e centros federais de educação tecnológica; - laboratórios de pesquisa e desenvolvimento de empresas estatais. Notas: 1) As instruções para as instituições que queiram pleitear seu ingresso estão disponíveis neste site, em Informações gerais / Como participar. 2) Não se incluem neste Diretório as empresas privadas do setor produtivo. Essas têm suas atividades de pesquisa levantadas pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, através do programa de Pesquisa de Inovação Tecnológica – PINTEC. Q.6. Quais os procedimentos para inclusão de uma nova instituição no Diretório dos Grupos de Pesquisa? A instituição que ainda não participa do Diretório poderá, através do seu dirigente de pesquisa ou dirigente máximo, solicitar sua inclusão ao CNPq. Ver os procedimentos necessários neste site, em Informações gerais / Como participar. Q.7. Como ter acesso aos resultados dos censos do Diretório dos Grupos de Pesquisa? Os resultados dos censos realizados a partir de 2000 disponíveis no site do CNPq, no portal do Diretório dos Grupos de Pesquisa. Q.8. Como ter acesso aos dados atuais (base corrente) do Diretório dos Grupos de Pesquisa? Acesso restrito aos participantes de grupos: os participantes dos grupos (líderes, pesquisadores e estudantes) que queiram acompanhar a situação dos grupos de que participam (se foi certificado pelo dirigente, se ainda aguarda certificação, etc), devem acessar suas páginas específicas, no site de Coleta de dados do Diretório, utilizando a senha Lattes. Acesso irrestrito: os dados dos grupos certificados pelos dirigentes institucionais de pesquisa estão disponíveis para consultas no portal do Diretório dos Grupos de Pesquisa, em Consultas, Base corrente. Dirigentes Institucionais de Pesquisa D.1. Quem são os dirigentes institucionais de pesquisa e qual o seu papel no Diretório? Os dirigentes são os gerentes superiores da atividade de pesquisa nas instituições participantes (os pró-reitores de pesquisa, superintendentes, diretores, vice-presidentes, coordenadores de pesquisa ou equivalente). É do dirigente de pesquisa a responsabilidade de identificar e cadastrar os líderes de grupos da instituição e decidir sobre a certificação ou não dos grupos enviados por esses líderes. Na medida em que a captura de informações sobre os grupos de pesquisa é contínua, o dirigente institucional deve também ser responsável pela manutenção permanente da base de dados da sua instituição. Esses procedimentos são realizados através de uma página específica para Dirigentes, disponível por senha, no site de Coleta de dados do Diretório. D.2. O que o dirigente de pesquisa precisa fazer para solicitar a inclusão da sua instituição no Diretório? A instituição que ainda não participa do Diretório poderá, através do seu dirigente de pesquisa ou dirigente máximo, solicitar sua inclusão ao CNPq. Ver os procedimentos necessários neste site, em Informações gerais / Como participar. D.3. A quem o dirigente de pesquisa deve recorrer, no CNPq, em caso de dúvidas sobre o Diretório? O dirigente de pesquisa deve utilizar o Fale conosco do CNPq, escolhendo o assunto Plataforma Lattes / Diretório dos Grupos de Pesquisa ou enviar e-mail diretamente para a Assessoria de Estatísticas e Informação/AEI do CNPq, aei@cnpq.br. D.4. A minha instituição está cadastrada no Diretório de Instituições do CNPq (CADI), mas não consigo acessá-la no site de Dirigentes do Diretório dos Grupos de Pesquisa. Por que? O Diretório de Instituições é a base de dados cadastrais de toda e qualquer instituição que estabelece algum tipo de relacionamento com o CNPq (por exemplo: instituições já participantes dos programas de bolsas e fomento do CNPq; participantes do DGP; instituições usuárias de serviços prestados pela Agência, como o credenciamento para importação pela Lei 8.010/90; instituições que pleiteiam participar desses programas e serviços). Assim, o cadastro no DI é condição prévia para uma instituição ser usuária dos programas e serviços do CNPq. No entanto, estar cadastrada no DI não significa que a instituição, automaticamente, poderá participar do DGP - Diretório dos Grupos de Pesquisa. Este possui regras próprias para inclusão de novas instituições e as permissões de acesso a esses dois sistemas são diferenciadas e específicas a cada um deles. Ver informações mais detalhadas no site de Coleta de dados, em Informações gerais, Como participar. Grupos de Pesquisa G.1. O que é um grupo de pesquisa? Como saber se as atividades desenvolvidas por um conjunto de pesquisadores constituem um grupo de pesquisa? O grupo de pesquisa é definido como um conjunto de indivíduos organizados hierarquicamente em torno de uma ou, eventualmente, duas lideranças: - cujo fundamento organizador dessa hierarquia é a experiência, o destaque e a liderança no terreno científico ou tecnológico; - no qual existe envolvimento profissional e permanente com a atividade de pesquisa; - cujo trabalho se organiza em torno de linhas comuns de pesquisa; - e que, em algum grau, compartilha instalações e equipamentos. O conceito de grupo admite aquele composto de apenas um pesquisador. Na quase totalidade desses casos, os grupos se compõem do pesquisador e de seus estudantes. Nota: O conceito de grupo de pesquisa, construído desde o início do projeto do Diretório, continua o mesmo: trata-se de um grupo de pesquisadores, estudantes e pessoal de apoio técnico que está organizado em torno à execução de linhas de pesquisa segundo uma regra hierárquica fundada na experiência e na competência técnico-científica. Esse conjunto de pessoas utiliza, em comum, facilidades e instalações físicas. Como se vê, a(s) linha(s) de pesquisa subordina(m)-se ao grupo, e não o contrário. Tem-se observado, crescentemente, o aparecimento de configurações onde um líder de grupo declara participar, só ou acompanhado de um segundo líder, de tantos grupos de pesquisa quantas são as linhas que desenvolve. Algumas vezes, inclusive, o que parece ser apenas uma linha de pesquisa, com pequenas variações, aparece como elemento organizador de vários grupos. Este fato levou CNPq a considerar como sendo uma atipicidade o pesquisador (independente da sua condição de liderança) participar de quatro grupos ou mais, com vistas a redirecionar a definição de grupo para aquela estabelecida originalmente no projeto. (ver pergunta G.12). G.2. Como cadastrar um grupo de pesquisa no Diretório? Quem registra o grupo no Diretório é o Líder. O formulário Grupo (existente atualmente apenas na versão on line) está disponível no site de Líderes de grupo, em Atualizar/Inserir novo grupo, Inserir novo grupo. Para ter acesso a esse site, o Líder precisa ter um currículo Lattes no CNPq e estar cadastrado como líder de grupo pelo dirigente de pesquisa da sua instituição. A senha de acesso solicitada pelo sistema é a senha Lattes do líder. Caso não a possua ou a tenha esquecido, poderá obtê-la acessando o link "Sua senha”, na página inicial do site do CNPq. Se você é líder e ainda não está cadastrado como tal, procure o componente organizacional de pesquisa da sua instituição (pró-reitoria de pesquisa, coordenação de pesquisa), pois todo o procedimento de captura dos dados é feito em articulação com este setor. Cabe ao dirigente de pesquisa, além de cadastrar os líderes de grupos da sua instituição, a responsabilidade de certificar os grupos enviados ao CNPq.
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G.3. Como atualizar os dados de um grupo cadastrado no Diretório? Somente o primeiro líder do grupo tem acesso ao formulário (hoje existente apenas na versão on line) para fazer as atualizações. Para isso, o líder deve acessar a página de Líderes de grupo no site de Coleta de Dados, escolher a opção Atualizar/Inserir novo grupo, editar o grupo, fazer as alterações e enviar os dados ao CNPq. A opção “Enviar ao CNPq” encontra-se na página inicial do formulário e, para que o grupo não fique na situação de ”Em preenchimento”, deve, obrigatoriamente, ser acionada pelo líder após terminar as alterações (ver pergunta G.5). A senha solicitada pelo sistema é a senha Lattes do líder (caso não a possua ou a tenha esquecido, poderão obtê-la acessando o link "Sua senha”, na página inicial do site do CNPq). G.4. O que acontece após o envio dos dados de um grupo ao CNPq? O grupo novo enviado ao CNPq é carregado na base de dados com o status de “Grupo Aguardando Certificação pela Instituição”. O dirigente de pesquisa, através de seu site, deve certificar ou negar a certificação ao grupo. Apenas os grupos certificados pela instituição podem ser recuperados no site de consultas da base corrente, que tem acesso irrestrito. Informações restritas aos dirigentes, líderes, pesquisadores e estudantes, inclusive de grupos com status diferentes de certificado (ver pergunta G.5), podem ser acessadas por meio de senha em suas respectivas páginas de Dirigentes, Líderes, Pesquisadores ou Estudantes, no site de Coleta e dados. G.5. Quais as situações (ou status) que os grupos podem ter na base de dados? Os status de grupos podem ser: - Aguardando certificação pela instituição: é o status atribuído a um grupo novo enviado ao CNPq pelo líder. O grupo ficará nessa situação até que o Dirigente de pesquisa da instituição promova (ou negue) a certificação do grupo, dentro de um prazo de 12 meses. Depois de permanecer 12 meses com status de Aguardando certificação pela instituição, o grupo poderá ser excluído da base pelo CNPq, não podendo mais ser recuperado nem seu espelho visualizado no site. - Certificado pela instituição: é o grupo, enviado pelo líder, que foi certificado pelo dirigente institucional de pesquisa da sua instituição. Somente os grupos com esse status são considerados pelo CNPq para os Censos do Diretório e para as consultas de acesso irrestrito da Base Corrente. O prazo de validade de um grupo certificado é de 12 meses. Assim, um grupo certificado que permaneça mais de 12 (doze) meses sem sofrer atualização passa para o status de grupo não-atualizado. O retorno de um grupo não-atualizado para a situação de grupo certificado será automático tão logo seja atualizado e enviado pelo Líder. Um grupo certificado deve ser atualizado sempre que houver novas informações, mas atenção: após qualquer atualização de dados, o Líder precisa enviar os dados novamente (botão “enviar ao CNPq” do formulário), para que o grupo não fique na situação “em preenchimento”. - Certificação negada pela instituição: é o grupo, enviado pelo líder, que teve a certificação negada pelo dirigente de pesquisa da instituição. Os grupos com certificação negada pelo dirigente, se atualizados pelos líderes e reenviados ao CNPq, passam a ter o status de Aguardando certificação. Depois de 12 meses com status de Certificação negada pela instituição, o grupo poderá ser excluído da base pelo CNPq, não podendo mais ser recuperado nem seu espelho visualizado no site - Grupo não-atualizado: é o grupo que perdeu a certificação por estar há mais de 12 (doze) meses sem sofrer atualização. Esse grupo retornará automaticamente para a situação de grupo certificado, depois que suas informações forem atualizadas e enviadas ao CNPq pelo líder. Depois de 12 meses com status de Grupo não-atualizado, o grupo poderá ser excluído da base pelo CNPq, não podendo mais ser recuperado nem seu espelho visualizado no site. Grupo em preenchimento: é aquele cujos dados estão sendo “editados” pelo líder, através do Formulário on line. Um grupo só sai da situação em preenchimento depois que o seu líder envia os dados ao CNPq. Para isso, o líder deve acessar o link Atualizar/Inserir novo grupo em seu site, editar o grupo que está em preenchimento, e clicar no botão “Enviar ao CNPq”. Após o envio, o grupo volta para o status em que estava anteriormente (se for uma atualização de dados) ou fica aguardando certificação pelo Dirigente institucional de pesquisa (se for um grupo novo). Depois de permanecer 12 meses com status de grupo Em preenchimento, o mesmo poderá ser excluído da base pelo CNPq, não podendo mais ser recuperado nem seu espelho visualizado no site. Grupo Excluído: é aquele que foi excluído da base de dados pelo seu Líder, através do site de Líderes de grupo, ou excluído pelo próprio CNPq nas situações previstas e explicitadas anteriormente. Um grupo nessa situação não pode mais ter seus dados recuperados e editados pelo Líder para atualizações e não fica acessível para alteração de status pelo Dirigente. Se um grupo excluído pelo CNPq, ou mesmo pelo próprio líder, ainda for um grupo ativo, o líder poderá cadastrá-lo novamente no sistema, utilizando a opção de Inserir novo grupo. (ver pergunta G.2) G.6. Quanto tempo demora para que um grupo enviado seja incluído na base do Diretório? O programa on line permite que o grupo seja carregado na base de dados imediatamente após o envio. No entanto, para que fique disponível no site de consultas da Base Corrente, é necessário um prazo mínimo de 12 horas. Grupos novos precisam ser certificados pelo Dirigente de pesquisa da instituição para serem disponibilizados na Base Corrente. G.7. Todos os grupos enviados pelos líderes são incluídos na base corrente e nos censos do Diretório? São considerados válidos para o CNPq apenas os grupos certificados pelos dirigentes institucionais de pesquisa. Assim, tanto nos Censos como no site de consultas à Base Corrente, só são incluídos os grupos certificados. Os grupos com status diferentes de certificado (ver pergunta G.5) só podem ser acessados pelos Dirigentes de pesquisa e participantes dos grupos (líderes, pesquisadores e estudantes) por meio de senha, em suas respectivas páginas do site de Coleta de dados. G.8. Como incluir no Diretório um grupo formado por pesquisadores de duas ou mais instituições que trabalham em associação (redes de pesquisa)? O CNPq ainda não tem uma base de dados capaz de detectar essa forma de organização do trabalho em C&T, chamada genericamente de "rede de pesquisa". No CNPq, se começou a estudar o conceito a partir da medida das relações entre grupos e redes e tendo como indicador as co-autorias. Mas é apenas um início e ainda não há planos para "engenheirar" um produto. Ademais, apesar do Pronex e dos Institutos do Milênio, a forma "rede" é ainda incipiente no Brasil. Todavia, nesses casos, o CNPq aconselha o seguinte procedimento, em relação ao Diretório: normalmente, uma rede é um coletivo de grupos baseados em instituições e, então, cada grupo deve ser cadastrado na instituição a que pertence, ressaltando no campo ''repercussões do trabalho do grupo", no formulário, que o grupo integra uma rede denominada tal e tal, financiada por tais e tais agências e composta por grupos nas instituições tais e tais. Acredita-se que em cada instituição que contribui para o trabalho da rede exista um(a) pesquisador(a) que seja o "cabeça" da rede naquela instituição. Este pesquisador pode ser, então, considerado o líder do grupo naquela instituição. Lembramos que o conceito de grupo no Diretório aceita o grupo com apenas um pesquisador (normalmente junto com os seus orientandos). Ainda assim, o Diretório tem avançado com o mapeamento das redes GP. Esse mapeamento de redes mostra as relações entre os grupos da base Censitária (módulo de Busca textual do site dos Censos, no portal do Diretório). O usuário pode ver as sub redes a que seus grupos pertencem de acordo com a unidade de análise, ou seja, critério base para analisar os relacionamentos do grupo de pesquisa. Por exemplo, ao escolher "Grande área do grupo", pode-se visualizar a distribuição dos grupos de pesquisa do País que têm a mesma grande área que o grupo em análise. Por outro lado, ao escolher a unidade integrante do grupo, o usuário poderá ver a distribuição dos demais grupos em que os integrantes do grupo em análise também atuam. As outras unidades são área e integrantes do grupo. Além disso, pelo critério de distribuição, o sistema permite que, para cada sub rede possível (i.e., para cada unidade de análise disponível), o usuário escolha a variável de distribuição dos relacionamentos do grupo. Por exemplo, além de escolher que deseja ver em que outros grupos atuam os integrantes do grupo em análise (i.e, escolhendo a unidade "integrante do grupo"), o usuário deve indicar se deseja ver esses grupos distribuídos por Região ou UF. O resultado dessas buscas leva o usuário a todos os grupos relacionados em cada nó da rede, chegando inclusive ao espelho do grupo. G.9. Um grupo pode ter mais de um líder? Um grupo pode ter até no máximo dois líderes. No entanto, por uma questão burocrática e de funcionamento do sistema, apenas a senha Lattes do primeiro líder dá acesso ao site de Líderes, onde está disponível o formulário do sistema grupo para inclusão e atualização de dados.
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G.10. Um grupo pode ter a participação, ou mesmo ser liderado, por um pesquisador estrangeiro? Sim. Não há qualquer restrição quanto à participação de estrangeiros no grupo. No entanto, o currículo Lattes também é obrigatório para esses pesquisadores. G.11. Um grupo pode ser composto por apenas um pesquisador? Sim. Um grupo pode ser composto de um pesquisador. Na quase totalidade desses casos, os grupos se compõem do pesquisador e dos estudantes que orienta. Todavia, os grupos unitários são atípicos no Diretório (ver pergunta G.12). G.12. O que é um grupo atípico? A atipicidade prejudica o grupo? É considerado grupo atípico aquele cujo perfil apresenta afastamento estatístico relevante em relação ao perfil médio dos grupos, observado no Diretório. As atipicidades devem ensejar uma melhor análise dos dados do grupo por parte do Dirigente de Pesquisa no momento da certificação, por isso este tem um ícone especial em seu site para verificar os casos atípicos. Tendo o Dirigente esclarecido com o líder os motivos da atipicidade e certificado o grupo, este pode continuar atípico sem que isso lhe traga qualquer prejuízo. Os casos atípicos são: - Grupos unitários (formados por apenas 1 pesquisador); - Grupos sem estudantes; - Grupos sem técnicos; - Grupos com mais de dez pesquisadores; - Grupos com mais de 10 linhas de pesquisa; - Grupos onde o líder não é doutor; - Grupos sem doutores no conjunto de pesquisadores; - Pesquisadores que participam de quatro ou mais grupos (*); - Estudantes que participam de dois ou mais grupos; - Grupos semelhantes. Os casos atípicos “Pesquisadores que participam de quatro ou mais grupos”, “Estudantes que participam de dois ou mais grupos” e “Grupos semelhantes” constam também no site do Líder e merecem, tanto por parte do líder como do dirigente, uma análise mais apurada, quando ocorrerem. (*) Nesse caso, independe a condição de liderança, ou seja, se um pesquisador é líder de um grupo e participa como pesquisador em outros três, ele constará como um caso atípico. G.13. O que é um “Grupo em preenchimento”? É aquele cujos dados estão sendo “editados” pelo líder, através do Formulário on line (ver pergunta G.5). G.14. O que é um “Grupo não-atualizado”? É o grupo que perdeu a certificação por estar há mais de 12 (doze) meses sem sofrer atualização (ver pergunta G.5). G.15. Um grupo certificado perde a certificação depois de ser atualizado pelo líder? Não. Um grupo certificado não perde a certificação depois de alterado pelo Líder. No entanto, se houver troca de liderança, o grupo necessitará de nova certificação pela instituição. G.16. O meu grupo estava certificado pelo Dirigente e desapareceu da base de dados. Por que isso aconteceu? Um grupo certificado não desaparece da base de dados. Se você consultou a base pelo site de consultas na Base corrente, pode estar ocorrendo uma das situações abaixo: 1. 1. O grupo, que estava certificado, ficou na situação “em preenchimento” depois de ter seus dados atualizados (ou editados) pelo lídere não enviados novamente ao CNPq; 2. 2. O grupo está há mais de 12 meses sem sofrer atualizações pelo Líder e passou para o status “Não-atualizado”. Somente depois que for atualizado e enviado ao CNPq é que estará novamente disponível no site de buscas da Base Corrente. 3. 3. O Dirigente alterou o status do seu grupo, negando a certificação ao mesmo. Os grupos que estiverem na situação em preenchimento, não-atualizado ou com certificação negada deixam de aparecer no site de buscas da base corrente, porque ela diz respeito apenas aos grupos certificados. O mesmo ocorre na busca de Currículos Lattes, onde o link para o espelho do grupo desaparece. Antes de entrarem em contato com o CNPq, líderes, pesquisadores e estudantes devem verificar a situação do(s) grupo(s) de que participam em suas páginas específicas, no site de Coleta de dados. O acesso a essas páginas é feito informando CPF e senha Lattes. Caso não a possuam ou a tenham esquecido, poderão obtê-la acessando o link "Sua senha”, na página inicial do site do CNPq. Consultar as orientações de como proceder, de acordo com a situação em que seu grupo se encontra, na resposta à pergunta G.5. Na situação de número 3, acima, o líder do grupo deve decidir como proceder. Líderes de Grupo L.1. Quem é um líder de grupo? O pesquisador líder de grupo é o personagem que detém a liderança acadêmica e intelectual naquele ambiente de pesquisa. Normalmente, tem a responsabilidade de coordenação e planejamento dos trabalhos de pesquisa do grupo. Sua função aglutina os esforços dos demais pesquisadores e aponta horizontes e novas áreas de atuação dos trabalhos. No Diretório, é o líder, cadastrado previamente no sistema pelo Dirigente de pesquisa da sua instituição, o responsável pela inclusão e atualização dos dados do grupo. Admite-se até 2 líderes por grupo. No entanto, por uma questão burocrática e de funcionamento do sistema, apenas a senha Lattes do primeiro líder dá acesso ao site de Líderes, onde está disponível o formulário para inclusão e atualização de dados. L.2. Como são identificados os líderes de grupos de pesquisa? Qual a titulação mínima exigida para um líder de grupo? A identificação de líderes de grupos é de total responsabilidade da instituição, através do dirigente institucional de pesquisa. O CNPq auxilia nesse processo disponibilizando aos dirigentes, no site a eles destinado, ferramentas de consulta à base de currículos Lattes, de bolsistas de produtividade em pesquisa e de orientadores de bolsistas de mestrado e doutorado do CNPq. Depois de identificados, os líderes precisam ser cadastrados no sistema pelos dirigentes. O Diretório não exige titulação mínima para líderes, essa decisão também cabe ao Dirigente. No entanto, o grupo cujo líder não é doutor é considerado atípico (ver pergunta G.12). L.3. É possível ser líder de mais de um grupo? Sim. No entanto, é considerado atípico no Diretório participar de mais de quatro grupos, independentemente da condição de liderança (ver pergunta G.12). O conceito de grupo de pesquisa, construído desde o início do projeto do Diretório, continua o mesmo: trata-se de um grupo de pesquisadores, estudantes e pessoal de apoio técnico (admitido o conjunto unitário e também a ausência eventual de estudantes e pessoal técnico) que está organizado em torno à execução de linhas de pesquisa segundo uma regra hierárquica fundada na experiência e na competência técnico-científica. Esse conjunto de pessoas utiliza, em comum, facilidades e instalações físicas. Como se vê, a(s) linha(s) de pesquisa subordina(m)-se ao grupo, e não o contrário. No entanto, tem-se observado, crescentemente, o aparecimento de configurações onde um líder de grupo declara participar, só ou acompanhado de um segundo líder, de tantos grupos de pesquisa quantas são as linhas que desenvolve. Algumas vezes, inclusive, o que parece ser apenas uma linha de pesquisa, com pequenas variações, aparece como elemento organizador de vários grupos. Este fato levou o CNPq a considerar como sendo uma atipicidade (ver pergunta G.12) o pesquisador participar de quatro grupos ou mais, com vistas a redirecionar a definição de grupo para aquela estabelecida originalmente no projeto. L.4. Como cadastrar no Diretório um grupo sob minha liderança? O formulário Grupo está disponível no site de Líderes de grupo, em Atualizar/Incluir novo grupo. Para ter acesso a esse site, o Líder precisa ter um currículo Lattes no CNPq e estar cadastrado como líder de grupo pelo dirigente de pesquisa de sua instituição.
Escrito por gp-ptac às 16h56
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A senha de acesso solicitada pelo sistema é a senha Lattes do líder. Caso não a possua ou a tenha esquecido, poderá obtê-la acessando o link "Sua senha”, na página inicial do site do CNPq. Se você é líder de grupo de uma instituição participante e ainda não está cadastrado como tal, ou se a sua instituição ainda não participa do Diretório, o primeiro passo é procurar o componente organizacional de pesquisa de sua instituição (em geral pró-reitoria, coordenação ou diretoria de pesquisa), pois todo o procedimento de captura dos dados é feito em articulação com este setor. L.5. Um grupo pode ter mais de um líder? Um grupo pode ter até no máximo dois líderes. No entanto, por uma questão burocrática e de funcionamento do sistema, apenas a senha Lattes do primeiro líder dá acesso ao site de Líderes, onde está disponível o formulário do sistema grupo para inclusão e atualização de dados. L.6. Pesquisadores estrangeiros podem ser líderes de grupo? Sim. Não há qualquer restrição quanto à participação de estrangeiros no grupo. No entanto, o currículo Lattes também é obrigatório para esses pesquisadores. L.7. Como acessar o Formulário de Grupos? Quem registra o grupo no Diretório é o Líder. O formulário Grupo (existente atualmente apenas na versão on line) está disponível no site de Líderes de grupo, em Atualizar/Inserir novo grupo, Inserir novo grupo. Para ter acesso a esse site, o Líder precisa ter um currículo Lattes no CNPq e estar cadastrado como líder de grupo pelo dirigente de pesquisa da suainstituição. A senha de acesso solicitada pelo sistema é a senha Lattes do líder. Caso não a possua ou a tenha esquecido, poderá obtê-la acessando o link "Sua senha”, na página inicial do site do CNPq. Se você é líder e ainda não está cadastrado como tal, procure o componente organizacional de pesquisa da sua instituição (pró-reitoria de pesquisa, coordenação de pesquisa, etc), pois todo o procedimento de captura dos dados é feito em articulação com este setor. Cabe ao dirigente de pesquisa, além de cadastrar os líderes de grupos da sua instituição, a responsabilidade de certificar os grupos enviados ao CNPq. L.8. Como obter a senha de acesso ao site do Líderes? Para ter acesso a esse site, o Líder precisa ter um currículo Lattes no CNPq e estar cadastrado como líder de grupo pelo dirigente de pesquisa de sua instituição. A senha de acesso solicitada pelo sistema é a senha Lattes Caso não a possua ou a tenha esquecido, poderá obtê-la acessando o link "Sua senha”, na página inicial do site do CNPq. Se você é líder e ainda não está cadastrado como tal, procure o componente organizacional de pesquisa da sua instituição (pró-reitoria de pesquisa, coordenação de pesquisa), pois todo o procedimento de captura dos dados é feito em articulação com este setor. Cabe ao dirigente de pesquisa, além de cadastrar os líderes de grupos da sua instituição, a responsabilidade de certificar os grupos enviados ao CNPq. L.9. Como atualizar os dados de um grupo cadastrado no Diretório? Somente o primeiro líder do grupo tem acesso ao formulário (existente apenas na versão on line) para fazer as atualizações. Para isso, o líder deve acessar a página de Líderes de grupo no site de Coleta de Dados, escolher a opção Atualizar/Inserir novo grupo, editar o grupo, fazer as alterações e enviar os dados ao CNPq. A opção “Enviar ao CNPq” encontra-se na página inicial do formulário e, para que o grupo não fique na situação de ”Em preenchimento”, deve, obrigatoriamente, ser acionada pelo líder após terminar as alterações (ver perguntas G.5). A senha solicitada pelo sistema é a senha Lattes do líder. L.10. Quando há mudança do primeiro líder de um grupo, como fazer para atualizar o grupo? Como se faz a troca de liderança no formulário? Quando há mudança do primeiro líder, uma solução é o antigo líder trocar a liderança do grupo(*) e reenviar o formulário para o CNPq. Daí por diante, somente o novo líder, utilizando sua senha Lattes, terá acesso aos dados do grupo. Não sendo possível a solução acima, o novo líder deverá criar um novo grupo (ver pergunta G.2), redigitando todos os dados e preservando a data de criação do grupo para não perder a perspectiva histórica do mesmo. O dirigente de pesquisa da instituição deve ser avisado para providenciar a alteração do status do antigo grupo, negando a certificação ao mesmo e, se for o caso, descadastrando o antigo líder. (*) Como fazer a troca de liderança: o antigo líder deve acessar o formulário grupo pelo seu site de Líderes de grupo, Atualizar/Inserir novo grupo, Editar. No módulo "Identificação do grupo" fazer a troca de liderança (é só clicar na seta ao lado do nome do líder e escolher outro participante do grupo para fazer a liderança). Importante: o novo líder precisar estar, necessariamente, cadastrado como líder pelo Dirigente de pesquisa da instituição e fazer parte do grupo como pesquisador. Se ainda não estiver, esse procedimento deve ser feito primeiro. Após a mudança, o grupo deve ser enviado ao CNPq. L.11. O segundo líder, ou outro integrante, do grupo pode acessar os dados do grupo para fazer atualizações? Somente o primeiro líder do grupo, por meio de sua senha Lattes, tem acesso ao formulário (hoje existente apenas na versão on line) para fazer as atualizações. O primeiro líder pode passar essa atribuição para outra pessoa, desde que não veja inconveniência em passar sua senha a ela. Para apenas visualizar dados do grupo de que participa, qualquer integrante do mesmo pode acessar sua página específica (de pesquisador ou de estudante) no site de Coleta de dados, utilizando sua própria senha Lattes. Os dados dos grupos já certificados pelo dirigente institucional de pesquisa podem também ser visualizados a partir do portal do Diretório dos Grupos de Pesquisa, em Consultas, Base corrente. L.12. A quem o líder de grupo deve se dirigir em caso de dúvidas sobre o Diretório? Os líderes de grupo devem se dirigir, preferencialmente, ao setor da sua instituição que gerencia o sistema Dirigentes de Pesquisa. No CNPq, devem entrar em contato por meio do Fale Conosco, escolhendo o assunto Plataforma Lattes / Diretório dos Grupos de Pesquisa. L.13. É possível incluir um pesquisador ou estudante no grupo que não possua um currículo Lattes no CNPq? Não. O currículo Lattes é obrigatório para pesquisadores e estudantes participantes do grupo. Além disso, o sistema não permite que o Dirigente cadastre como Líder um pesquisador sem CV Lattes. L.14. Por que às vezes o líder não consegue incluir no grupo um pesquisador ou estudante, mesmo este possuindo currículo Lattes no CNPq? Pode acontecer a situação em que o pesquisador ou estudante possui CV Lattes, mas o Programa não aceita a sua inclusão porque os dados de identificação que estão sendo colocados pelo Líder diferem daqueles que estão no CV Lattes do pesquisador ou estudante. Assim, antes de enviar e-mail ao CNPq acusando problemas no formulário, o Líder deve verificar os seguintes dados de identificação: nome e CPF para brasileiros ou nome, data de nascimento, país de nascimento e nacionalidade para estrangeiros. Esses dados precisam ser idênticos em ambos os sistemas: DGP e CV Lattes. CPF inválido - Ocorrem situações em que o CPF é considerado inválido pelo sistema. CPFs devem ser colocados sem pontos nem traço, somente números. Pesquisadores P.1. Quem são os pesquisadores de um grupo? Pesquisadores são os membros graduados ou pós-graduados da equipe de pesquisa, direta e criativamente envolvidos com a realização de projetos e com a produção científica, tecnológica e artística do grupo. Se estiver matriculado em um curso de graduação ou pós-graduação (especialização, mestrado ou doutorado), deve ser incluído como estudante, desde que seu orientador seja um pesquisador do grupo. Estagiários pós-doutorais devem ser considerados como pesquisadores do grupo. P.2. Como são identificados os pesquisadores e estudantes de um grupo? O CNPq não interfere nessa identificação. Cabe aos líderes de grupos definir quais são os pesquisadores, estudantes e técnicos de seus grupos. No caso dos estudantes, é necessário que estejam matriculados em curso de graduação ou pós-graduação (especialização, mestrado ou doutorado), e que seus orientadores sejam pesquisadores do grupo
Escrito por gp-ptac às 16h53
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